domingo, 23 de dezembro de 2012

Feliz Natal e Boas festas!


O meu muito obrigada a todos os meus leitores. Obrigada a vocês que fazem o Espírita Online ser um blog de grande luminosidade, uma estrada que conduz boas ações, boas pessoas, boas preces e intenções. Você é o principal autor dessa linda história. O Espírita Online lhe deseja um Natal rico em bênçãos e um Ano novo Repleto de boas realizações. Que Jesus na sua infinita bondade, lhe acompanhe os passos por onde quer que caminhares!

Flávia F. Wrach

FELIZ NATAL E BOAS FESTAS!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Homenagem à Niemeyer



Um Oscar à Niemeyer

Foi-se embora o talentoso carioca, flutuando entre nuvens enquanto deixava para trás o planetinha azul que ele singularmente enfeitou!
Fazedor de sonhos, abrilhantou cidades, ruas e avenidas com sua arte arrojada e futurista. Traduziu o amor pelo Brasil, presenteando-nos com suas linhas enigmáticas, mescladas a curvas e retas de um traço inigualável.
Nasceu para ser o que foi e morreu deixando um patrimônio gigantesco, construído à base de dedicação e amor ao que fazia.
A arquitetura perdeu um mestre. Ficou órfã de toda a beleza que ele pôde proporcionar com alegria e genialidade.
Foi-se o talentoso Carioca a flutuar pelos nimbos acolchoados do céu, este mesmo céu onde continuará a construir sonhos fantásticos! Merece um Oscar pelo talento que tanto nos enalteceu e orgulhou. Por tudo que nos representou, Oscar Niemeyer merece um Oscar. Portanto, Um Oscar a Oscar Niemeyer!


Flávia Wrach

sábado, 1 de dezembro de 2012

À BEIRA DO DESÂNIMO



Quando você se observar, à beira do desânimo, acelere o passo para frente, proibindo-se parar.

Ore, pedindo a Deus mais luz para vencer as sombras.

Faça algo de bom, além do cansaço em que se veja. Leia uma página edificante, que lhe auxilie o raciocínio na mudança construtiva de idéias.

Tente contato de pessoas, cuja conversação lhe melhore o clima espiritual.

Procure um ambiente, no qual lhe seja possível ouvir palavras e instruções que lhe enobreçam os pensamentos.

Preste um favor, especialmente aquele favor que você esteja adiando.

Visite um enfermo, buscando reconforto naqueles que atravessam dificuldades maiores que as suas.

Atenda às tarefas imediatas que esperam por você e que lhe impeçam qualquer demora nas nuvens do desalento.

Guarde a convicção de que todos estamos caminhando para adiante, através de problemas e lutas, na aquisição de experiência, e de que a vida concorda com as pausas de refazimento das nossas forças, mas não se acomoda com a inércia em momento algum.


Texto de Chico Xavier, pelo espírito André Luiz

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O DIA DOS MORTOS




O dia de comemoração dos mortos tem alguma coisa de mais solene para os Espíritos? Preparam-se eles para visitar os que vão orar sobre os túmulos?


— Os Espíritos atendem ao chamado do pensamento, nesse dia como nos outros.


Esse é para eles um dia de reunião junto às sepulturas?


— Reúnem-se em maior número nesse dia, porque maior é o número de pessoas que os chamam. Mas cada um só comparece em atenção aos seus amigos, e não pela multidão dos indiferentes.


Sob que forma comparecem e como seriam vistos, se pudessem tornar-se visíveis?


— Aquela pela qual eram conhecidos em vida.


Os Espíritos são sensíveis à saudade dos que os amavam na Terra?


— Muito mais do que podeis julgar. Essa lembrança aumenta-lhes a felicidade, se são felizes, e se são infelizes, serve-lhes de alívio.


A visita ao túmulo proporciona mais satisfação ao Espírito do que uma prece feita em sua intenção?


— A visita ao túmulo é uma maneira de se manifestar que se pensa no Espírito ausente: é a exteriorização desse fato. Eu já vos disse que é a prece que santifica o ato de lembrar; pouco importa o lugar, se a lembrança é ditada pelo coração.


A alma que volta à vida espiritual é sensível às honras que tributam aos seus despojos mortais?


— Quando o Espírito já chegou a um certo grau de perfeição, não tem mais vaidade terrestre e compreende a futilidade de todas as coisas. Sabeis porém, que, frequentemente, há Espíritos que, no primeiro momento da morte, gozam de grande satisfação com as honras que lhes tributam, ou se desgostam com o abandono a que lançam o seu envoltório, pois conservam ainda alguns preconceitos deste mundo.


O respeito instintivo do homem pelos mortos, em todos os tempos e entre todos os povos, é um efeito da intuição da existência futura?


— É a sua consequência natural. Sem ela, esse respeito não teria sentido.



Trechos retirados do “Livro dos Espíritos” - Allan Kardec

(Livro Segundo – Cap. 6 – Item IX)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A GRANDE CRISE



..Jesus volta para convidar-nos à compaixão.

Se não puderdes perdoar, pelo menos, desculpai aqueles que vos ferem, que vos magoam, e se não tiverdes forças para desculpar, pelo menos, permiti que a compaixão aloje-se nas paisagens tristes dos vossos sentimentos magoados.

A grande crise moral da sociedade anuncia a era nova.

Buscai ouvir, e escutareis em toda parte a musicalidade diferente de um mundo novo; fazei silêncio interior, e ouvireis a sinfonia dos astros.

Tende a coragem, pois, de amar, em qualquer circunstância, por que se amardes somente àqueles que vos amam, mais não fazeis do que retribuir, no entanto, se fordes capazes de amar a quem vos alveja com os petardos terríveis da ingratidão, da ofensa, da perseguição gratuita, vosso nome será escritono livro do reino dos céus  e uma alegria inefável tomará conta de vossos corações preenchendo o vazio existencial.

                 Filhos e filhas da alma!

Vossos guias espirituais acercam-se-vos, e em torno dos vossos pensamentos enviam mensagens de paz para diminuir a agressividade e a violência.

Tornai-vos pacíficos no lar, no relacionamento, nas parcerias, no trabalho, na rua, no clube... Onde estiverdes mantende a paz, sendo pacíficos para vos transformardes em pacificadores.

O mundo é o que dele têm feito os seus habitantes, mas, crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como hoje.

A violência e a exaltação do crime ganham manchetes, vendem na grande mídia alucinando as vidas, mas nos alicerces da sociedade o amor é o paradigma que nutre as existências de milhões de mães e pais anônimos, assim como de filhos abnegados e estóicos que compreendem os mártires e os companheiros abnegados.

Não vos envergonheis de amar!

Na época da tirania o vosso amor é semelhante à terra que, exultante, arrebenta-se em flores como gratidão a Deus.

Sois as divinas flores da humanidade agradecendo a Deus a presença de Cristo Jesus na Terra.

Ide, ide na paz! Amai de tal forma que uma dor imensa de compaixão expresse o vosso amor para a vossa plenitude.

É a mensagem dos Espíritos-espíritas que aqui estamos convosco neste dia dedicado à gratidão em nome do amor de Jesus-Cristo pelas suas ovelhas.

Muita paz, meus filhos!

Que o Senhor de bênçãos vos abençoe e permaneça Ele conosco hoje, amanhã e sempre.

São os votos do companheiro paternal e humilde de sempre,

                                                   Bezerra. (*)

(Mensagem psicofônica através do médium Divaldo Pereira Franco, ao encerramento da sua conferência na Creche Amélia Rodrigues, na noite de 30 de setembro de 2012, em Santo André, (SP).
 A mensagem foi revisada pelo autor espiritual

(* ) Bezerra de Menezes

sábado, 11 de agosto de 2012

RELAÇÃO CAUSA E EFEITO


Nas ocorrências da vida, nos afazeres da nossa existência, não raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleatórios à nossa vontade ou ação.
Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.
Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleatório e imprevisível, sem relação com nossas ações.
Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequência do vício a lhe destruir lentamente o aparelho respiratório.
Se um glutão desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se é acometido por problemas de colesterol ou pressão alta, logo veremos que é resultado dos seus maus hábitos alimentares.
Se essas são relações de causa e efeito, fáceis de se perceber, há outras, que nascem da mesma matriz, porém, que nos convidam a mais detidas reflexões.
Nos dias em que vivemos, a própria medicina já correlaciona hábitos emocionais com doenças que desenvolvemos.
Cada vez mais frequentemente, médicos e pesquisadores correlacionam o câncer, as disfunções psíquicas e outros males, com nossa postura emocional.
Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras relações entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo são apenas o reflexo das doenças da alma.
Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ciências médicas, que outros males que nos acometem também são fruto de como nos comportamos.
Se o egoísmo é nossa pauta de conduta, não raro a solidão será nossa única companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu próximo, acaba não sendo lembrado por ninguém.
Se a inveja é a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso será o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na própria gleba.
Se a mentira e a falsidade são valores que nos conduzem, a perturbação e o desequilíbrio serão companheiros inevitáveis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.
Dessa forma, para que a saúde e a plenitude da vida se instalem em nós, analisemos mais detidamente por quais valores, emoções e comportamento estamos conduzindo nossa existência.
Ninguém na vida poderá se queixar de ser vítima de outrem, a não ser de si mesmo. Ainda que não nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por nós mesmos.
* * *
Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informação da vida a respeito de algo, no indivíduo, que está necessitando de revisão, de análise, de correção.
Vige, no Universo, a ordem, que se deriva de Deus, e toda vez que há uma agressão ao seu equilíbrio, aquela que a desencadeia sofre-lhe o inevitável efeito, que impõe reparação.
Quando nos disponhamos à renovação, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.
Pensemos nisso.

Redação do Momento Espírita, com pensamentos do cap. 18, do livro
Iluminação Interior, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. Leal.
Em 10.8.2012.

terça-feira, 10 de julho de 2012

AUTO-ENCONTRO



A ansiosa busca de afirmação da personalidade leva o indivíduo, não raro, a encetar esforços em favor das conquistas externas, que o deixam frustrado, normalmente insatisfeito.

Transfere-se, então, de uma para outra necessidade que se lhe torna meta prioritária, e, ao ser conseguida, novo desinteresse o domina, deixando-o aturdido.

A sucessão de transferências termina por exauri-lo, ferindo-lhe os interesses reais que ficam á margem.

Realmente, a existência física é uma proposta oportuna para a aquisição de valores que contribuem para a paz e a realização do ser inteligente. Isto, porém, somente será possível quando o centro de interesse não se desviar do tema central, que é a evolução.

Para ser conseguida, faz-se imprescindível uma avaliação de conteúdos, a fim de saber-se o que realmente é transitório e o que é de largo curso e duração.

Essa demorada reflexão selecionará os objetivos reais dos aparentes, ensejando a escolha daqueles que possuem as respostas e os recursos plenificadores.

Hoje, mais do que antes essa decisão se faz urgente, por motivos óbvios, pois que, enquanto escasseiam o equilíbrio individual e coletivo, a saúde e a felicidade, multiplicam-se os desaires e as angústias ceifando os ideais de enobrecimento humano.

*

Se de fato andas pela conquista da felicidade, tenta o auto-encontro.

Utilizando-te da meditação prolongada, penetrar-te-ás, descobrindo o teu ser real, imortal, que aguarda ensejo de desdobramento e realização.

Certamente, os primeiros tentames não te concederão resultados apreciáveis.

Perceberás que a fixação da mente na interiorização será interrompida, inúmeras vezes, pelas distrações habituais do intelecto e da falta de harmonia.

Desacostumado a uma imersão, a tua tentativa se fará prejudicada pela irrupção das idéias arquivadas no inconsciente, determinantes de tua conduta inquieta, irregular, conflitiva.

*

Concordamos que a criatura é conduzida, na maior parte das vezes, pelo inconsciente, que lhe dita o pensamento e as ações, como resultado normal das próprias construções mentais anteriores.

A mudança de hábito necessita de novo condicionamento, a fim de mergulhares nesse oceano tumultuado, atingindo-lhe o limite que concede acesso às praias da harmonia, do autodescobrimento, da realização interior.

Nessa façanha verás o desmoronar de muitas e vazias ambições, que cultivas por ignorância ou má educação; o soçobrar de inúmeros engodos; o desaparecer de incontáveis conflitos que te aturdem e devastam.

Amadurecerás lentamente e te acalmarás, não te deixando mais abater pelo desânino, nem exaltar pelo entusiasmo dos outros.

Ficarás imune à tentação do orgulho e à pedrada da inveja, à incompreensão gratuita e à inimizade perseguidora, porque somente darás atenção à necessidade de valorização do ser profundo e indestrutível que és.

Terminarás por te venceres, e essa será a tua mais admirável vitória.

Não cesses, portanto, logo comeces a busca interior, de dar-lhe prosseguimento se as dificuldades e distrações do ego se te apresentarem perturbadoras.

* * *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.

domingo, 10 de junho de 2012

A Solicitação do Senhor


O homem se dizia infeliz, depois de haver implorado o socorro dos Céus, encontrou, em sonho, o Mensageiro do Senhor que lhe falou generosamente:

- O Eterno Benfeitor se enterneceu com as tuas lágrimas e te escutou as petições. Em resposta, recomenda-te coragem a fim de que possas receber o Apoio Divino...- Coragem? Acaso não tenho mostrado ausência de medo em toda a minha vida? Guardo medalhas de muitas competições. Escalei o monte mais escarpado de minha região, por seis vezes fui campeão de corridas arriscadas, já montei potros bravos e, por duas vezes,

Antes que o Emissário terminasse, o homem quase magoado interferiu:

abati onças no sertão...

O Mensageiro, porém sorriu e esclareceu:
- Sim, tudo isso é para considerar, mas o que o Senhor te pede é a coragem de cumprir
o teu próprio dever.

domingo, 27 de maio de 2012

A DIFICULDADE DE AGRADAR OS OUTROS



Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos.

Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre
a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento.
O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento.
Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria,
ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr.
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela.
Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
Já se viu coisa como essa?, resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais!
O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã.
Pobre criatura! "Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram.
Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer:
Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim!
Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?
O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho.
"Independente do que fazemos", disse, sempre há alguém que discorda de nossa ação.
Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".

Paz e Luz a todos!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

NÃO ESTAMOS SOZINHOS





Enquanto Vivem na Escuridão


Rubens Santini de Oliveira

I - Não Estamos Sozinhos

Existem muitos médiuns que acham que é só dentro do Centro Espírita que eles exercem a sua mediunidade.
Grande engano, meus Irmãos! Somos médiuns durante as 24 horas do dia.
Os Espíritos sofredores são muitos. Somos assediados a todo momento por eles: em casa, no trabalho, na rua,...
Muitas vezes, com uma simples oração, mentalmente, poderemos aliviar-lhes o coração.
O médium é um farol no meio de uma noite dentro do oceano. E é por essa luz que, muitas vezes, os sofredores são atraídos.
Daí a importância do medianeiro estar sempre atento e vigilante. Lembram-se do “orai e vigiai” que tanto Jesus nos ensinou?
Vocês sabiam que o Plano Maior, em certos casos, autorizam as Entidades que foram doutrinadas nos trabalhos práticos, a acompanharem os médiuns e os doutrinadores, e ficarem com eles por um determinado tempo, para observá-los e verificarem se tudo aquilo que falam dentro do Centro, eles realmente praticam no seu dia a dia?
Portanto, é muito importante que busquemos, a todo instante, o nosso aprimoramento moral e o nosso estudo constante.
Aqueles que não desejam educar-se, não estão aptos para servir.
E a Doutrina Espírita é bem clara nesse aspecto:
“Espíritas, amai-vos, eis o primeiro ensinamento;
Instruí-vos, eis o segundo”


(Allan Kardec – “Evangelho Segundo o Espiritismo”)
(Publicado no Boletim GEAE Número 449 de 11 de fevereiro de 2003 )

domingo, 13 de maio de 2012

SER MÃE



        A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjôo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama.

        Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.

        O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.

        Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?

        É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.

        Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.

        Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.

        Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.

        É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. É ouvir as confidências.

        Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?

        E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.

        Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.

        É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.

        É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.

        Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.

        Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.

        Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.

        Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais – não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.

        É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.

        É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.

        Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.

        Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.

        É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

*   *   *

        A maternidade é uma dádiva. Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.

        E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia das mães, de autoria de Sharon Nicola Cramer e no cap. Isso vai mudar totalmente a sua vida, de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra Histórias para aquecer o coração, v. 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 24.06.2008.


Abraços a todas as mães.



sábado, 28 de abril de 2012

AGRADECIMENTO


Eu agradeço a Deus... Pelos impostos que eu pago, porque isso significa que tenho um emprego ... Pela confusão que eu tenho que limpar após uma festa, porque isso significa que estive rodeado de amigos... Pelas roupas que estão um pouco apertadas, porque isso significa que tenho alimentos para comer ... Pela minha sombra que me segue, porque isso significa que ando ao sol... Pelas paredes de casa, que precisam ser pintadas, pela lâmpada que precisa ser trocada, porque isso significa que tenho minha moradia ... Por todas as críticas que faço às coisas que não me satisfazem, porque isso significa que tenho liberdade de expressão... Pelo único lugar para estacionar que encontro, bem ao fundo do estacionamento, porque isso significa que, além de ter a felicidade de poder andar, tenho a sorte de ter um meio de transporte ... Por aquela senhora que, desafinadamente, canta atrás de mim, porque isso significa que posso ouvir... Pelo cansaço e os músculos doloridos que eu sinto ao final do dia, porque isso significa que tenho saúde para trabalhar... Pelo despertador que toca às primeiras horas da manhã, porque isso quer dizer que estou VIVO!

Obrigado...obrigado...obrigado.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O CASAMENTO NA VISÃO ESPÍRITA


Sem rituais, as uniões espíritas priorizam o amor e as afinidades existentes entre o casal. 

Na Inglaterra da Idade Média, a rainha Vitória nem poderia prever que seus atos repercutiriam tanto e se tornariam uma tradição. O que teria feito Sua Majestade? tomou atitude muito simples: decidiu se casar de véu - naquela época, os soberanos jamais se cobriam para poder comprovar sua identidade -, com flores no cabelo e um vestido branco. A cena parece familiar?

O casamento como se conhece nos dias atuais, é muito mais antigo que a rainha Vitória. Seu ritual iniciava na Roma Antiga, quando era possível encontrar registros de que as mulheres se vestiam adequadamente para a ocasião. Porém, a união de um casal, na visão espírita, vai além de uma cerimônia, com seus festejos e vestimentas.

Existe ritual de casamento para a doutrina espírita? “Não”, diz o procurador do Estado do Paraná, Joel Samways Neto. “De todas as descrições feitas pelos espíritos sobre casamento, não há menção a ritual de casamento espírita”. 

Então, os espíritas não casam? “Casam!

A diferença é que não temos o ritual religioso. O casamento tradicional, independentemente da religião é um ritual. E como não temos rituais, não há uma cerimônia religiosa em um casamento entre espíritas”, afirma o professor e coordenador de grupos de estudos espíritas Paulo Henrique Wedderhoff. Na realidade, o que importa são as intenções pelas quais o casal decidiu se unir. E aí, deve-se colocar em foco o que seria um princípio básico do Espiritismo: o amor.

Fatores de união 
A pedagoga Maria Aparecida e seu marido, o advogado Everton Ribeiro, acreditam que muitos fatores devem existir para a união de um casal, mas “todos eles pouco valem se o casamento não estiver fundamentado na maior das leis, que é a lei universal do amor, vivenciado na mais pura de suas definições”. Para eles, quando há esse sentimento, as consequências são “no mínimo, boas”.

Segundo Samways, quando a pessoa encontra outra com quem se assemelha, ela se potencializa, ou seja, se torna mais feliz, confiante e protegida. Casados há 33 anos, Maria Aparecida e Everton concordam: “a forma de se relacionar com a sociedade mudou, a relação com os amigos mudou, a possibilidade da paternidade estimulou e mudou a visão de uma nova trilha a ser seguida”. Eles comentam que, entre outras coisas, também deve haver ética, respeito e companheirismo.

Entretanto, há uniões que se tornam instáveis. Em seu livre-arbítrio – que é outro dos princípios básicos da Doutrina Espírita – , muitos casais optam pela separação. E, apesar de a doutrina ser divorcista (“...é uma lei humana que tem por objetivo separar legalmente o que, de fato, já está separado. O divórcio não contraria a Lei de Deus, uma vez que apenas corrige o que os homens fizeram...” Evangelho Segundo o Espiritismo), Samways acredita que o cidadão que possui caráter, reflete duas vezes antes de se divorciar e, até mesmo, antes de se comprometer.

Em mensagem escrita na obra “Como um homem pode enfrentar uma crise”, o espírito Leocádio José Correia diz que “A interação humana significa sempre entendimento e nunca confronto”.


Reflexão atual
Wedderhoff faz uma reflexão a respeito das vidas conjugais nos dias de hoje. “Será que as uniões que têm maior chance de sucesso não são aquelas em que o cônjuge casa para fazer feliz a pessoa que ama? Quando os cônjuges pensarem assim, será muito difícil a união se desfazer”.

Relacionamentos conjugais são edificações que devemos realizar todos os dias. “Casar é se comprometer com a felicidade de quem a gente ama”, diz o professor. E este pensamento é coerente com algumas observações trazidas pelo espírito Leocádio José Correia; segundo ele, “casamento é renúncia”, o que não significa peso ou desgaste quando se tem amor pela outra pessoa.

De acordo com “O Livro dos Espíritos”, o casamento é um dos instrumentos para a evolução humana. “O casamento, ou a união permanente de dois seres, é contrária à lei natural? É um progresso na marcha da humanidade” (Capítulo 4 – Lei da Reprodução). No Evangelho, também é enfatizada a idéia do ser humano constituir uma família para o seu próprio progresso. Porém, viver com outra pessoa não é uma obrigação; é uma escolha.

Em suas palestras, o espírito Leocádio José Correia alerta que nenhuma pessoa é obrigada a se casar. Ele cita ainda que muitos de nós escolhem “se casar” com a Medicina, com a Educação, com a Ciência ou com os projetos sociais. São caminhos diferentes, mas que igualmente proporcionam oportunidade evolutiva ao espírito durante sua trajetória na Terra.


União comemorada
O fato de a doutrina não registrar os rituais de casamento não impede que os noivos comemorem sua união. Paulo Wedderhoff cita um exemplo de comemoração simples e simbólica a que compareceu. “Recentemente um casal de espíritas decidiu revelar sua decisão de compartilhar a vida a dois. Num dia foram ao cartório e no outro receberam alguns amigos e parentes para anunciar sua decisão e dividir a alegria. O noivo e o pai da noiva quiseram manifestar o sentimento de contentamento; um amigo do casal falou sobre o significado do casamento para a Doutrina Espírita. Ao final, um belo beijo nos fez testemunhas de um lindo momento”, conta.

“A simpatia que atrai um espírito ao outro é o resultado da perfeita concordância de suas tendências, de seus instintos; se um tivesse que completar o outro, perderia a sua individualidade”, está escrito em O Livro dos Espíritos – Capítulo 6, Vida Espírita. Nessa citação é possível desmistificar o termo comumente conhecido como “alma gêmea”.

Samways lembra que não existem espíritos iguais. O que ocorre com a maioria das pessoas é a semelhança, as chamadas “afinidades”. Por isso, é possível ter afinidades também com amigos e parentes. Na opinião do procurador, “nós só convivemos bem com quem se parece conosco”.

A rainha Vitória, personagem da História que iniciou a reportagem, causou repercussão em sua época não só por ter introduzido hábitos, mas principalmente porque foi uma das poucas soberanas que se casou por amor. Fato também inusitado para a época, pediu a mão do seu primo, o príncipe Albert de Saxe-Cobourg-Gotha, em casamento. 

 Por Jaqueline Silva 

terça-feira, 3 de abril de 2012

CAMINHO DA PAZ


Dizem que um homem de fé se aproximou de Jesus e indagou, após externar-se 
em manifestações de júbilo e reverência:
- Senhor, onde está o caminho da paz? Que fazer de meu filho que me arrasa 
a tranqüilidade, atolado na rebeldia?
- Abençoa-lo-ás sempre - respondeu o Divino Mestre - procurando socorrê-lo 
com mais amor. 
- E como agir, à frente de meu tio, aquele que me furtou a herança dos 
avós?
- Buscarás perdoá-lo, usando compaixão e esquecimento.
- E meu antigo sócio? De que modo proceder com esse homem que tanto me 
prejudicou e injuriou?
- Desculpa-lo-ás, orando em favor dele. 
- Tenho quatro empregados ignorantes... De que maneira harmonizar-me com 
esses companheiros-problemas, se me afligem com as maiores dificuldades, dia 
por dia?
- Saberás instruí-los.
- Minha existência está repleta de perseguidores... Que fazer com essa 
gente cruel?
- Esquecerás qualquer agravo e auxiliarás em benefício de cada um, tanto 
quanto puderes.
O devoto baixou a cabeça, sentindo-se na presença da verdade, e considerou 
timidamente:
- Senhor, estou satisfeito.
Conta-se que Jesus afagou-lhe a cabeça dolorida e rematou, ao despedir-se:
- Então, vai, serve sempre e não perguntes mais.

Meimei.

sábado, 17 de março de 2012

GENTILEZA, VIRTUDE ESQUECIDA.


É cada vez mais raro se observar atitudes de gentileza nas relações que vivenciamos na agitada correria do dia a dia das nossas vidas.

Levados pelos inúmeros compromissos assumidos e pela pressa em resolvê-los, não nos damos conta de quantas vezes atropelamos os bons costumes, e as boas atitudes para com o nosso próximo, e por isso mesmo, já não nos incomodamos muito com suas más atitudes em relação a nós.

Como cobrar dos outros, o que não oferecemos por nossa vez? O resultado dessa falta de consideração mútua, é a ausência de cordialidade, de afeto, de convívio saudável, que se observa na sociedade dita moderna, onde cada indivíduo parece ser único, pois, pouco lhe importa o que se passa à sua volta com seu semelhante, seja ele, seu parente, seu vizinho, etc..., mostrando com esse seu procedimento a árvore frondosa do egoísmo, que cultiva no canteiro de seu coração, a exibir frutos amargos de frieza e indiferença, como se fôssemos auto suficientes em tudo e não necessitássemos uns dos outros para nada.

Só abrimos uma exceção, isto é, só modificamos esse comportamento egoístico, se nos deparamos na presença de alguém do qual esperamos obter algum favor ou alguém de quem aguardamos tirar alguma vantagem pessoal.

“O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.” (E.S.E. Cap. XVII – item 3 - O Homem de Bem). 

O ser humano precisa urgentemente refletir sobre esse seu comportamento equivocado e irracional, precisa ver em seu semelhante um irmão de quem depende sua própria elevação como ser imortal, criado com a finalidade maior que é a perfeição em todos os sentidos, e que para isso não prescinde da convivência salutar com seu irmão, em constante troca de experiências, e com o qual tem muito a aprender.

Somente com seus próprios e limitados recurso e conhecimentos, não será capaz de chegar ao seu destino, no encontro tão sonhado com a verdadeira felicidade no seu estado de pureza ritual'>espiritual.

Precisa entender que só através do trabalho na sua reforma interior, buscando “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, poderá se promover na escala hierárquica da criação universal da qual faz parte integrante, e que sem a mudança em seus métodos e atitudes, priorizando as conquistas espirituais, não conseguirá obter a tão almejada paz interior, que não conseguirá encontrar na conquista e realização dos seus sonhos materiais, que logo alcançados, passarão a segundo plano, surgindo imediatamente nova necessidade de conquista que por sua vez, com o passar do tempo também deixará de ser tão importante, e assim sucessivamente.

O gesto de gentileza é sem dúvida um grande passo que damos para modificar, em muitas ocasiões, uma inimizade nascente, uma suspeita infundada, uma informação infeliz abrindo horizontes novos e facilitando a compreensão e a concórdia.

Não devemos aguardar a gentileza dos outros para conosco, para nos decidirmos por mudar nosso comportamento, sejamos nós os cultivadores da gentileza, usando-a como exercício na metodologia do nosso burilamento, usando a força de vontade como fonte propulsora a nos impulsionar para frente em direção ao crescimento moral ritual'>espiritual; e nesse particular, nós seguidores da filosofia espírita muito mais que os nossos irmãos de outras correntes religiosas, pois dispomos de tantos ensinos contidos na codificação que nos orientam sempre nesse sentido conforme a mensagem que segue:

“Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. O Espiritismo não institui nenhuma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam. Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as conseqüências, nem o alcance moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza é da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência. Nada tem de misteriosa e seus iniciados não se acham de posse de qualquer segredo, oculto ao vulgo.” (E.S.E. Cap. XVII – item 4 – Os Bons Espíritas).

Os Espíritos Superiores reforçam os ensinamentos sobre o assunto, ao responderem ao dor'>codificador a esse respeito na questão seguinte constante do Livro dos Espíritos: 

799. De que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso?

“Destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade, ele faz que os homens compreendam onde se encontram seus verdadeiros interesses. Deixando a vida futura de estar velada pela dúvida, o homem perceberá melhor que, por meio do presente, lhe é dado preparar o seu futuro. Abolindo os prejuízos de seitas, castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade que os há de unir como irmãos.”

Sejamos nós portanto, os primeiros a dar os passos em direção ao nosso irmão, mesmo que ele não nos retribua, sigamos a meta de amar a todos sem esperar que sejamos amados por todos, respeitando a maneira de agir e pensar de cada um, compreendendo nos irmãos ingratos e frios, da nossa estrada, criaturas de coração endurecidos, necessitados por isso mesmo de nossa maior cota de gentileza e compreensão, esta é a verdadeira caridade que Deus nosso Pai espera que pratiquemos, cumprindo com nossos compromissos como SERES racionais que somos, com responsabilidades para com a sociedade em que vivemos.

Agindo assim, estaremos vivenciando a fraternidade conosco mesmo e com nosso semelhante, fazendo a parte que nos cabe, participando de forma positiva na intenção maior de ver a humanidade transformada moralmente falando, isto é, menos egoísta e mais humanitária.

Bibliografia: 
Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB, 106ª Edição – Cap. XVII
Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos – FEB, 76ª Edição. 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

POR QUE ACONTECEM AS MORTES COLETIVAS?



As mortes coletivas acontecem por fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as leis de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados.
Quantas vezes, uma lei arbitrária é atirada contra um povo, ou contra um grupo social, político, religioso, racial, fundamentado em preconceitos e injustiças, e essa lei que é firmada para alguém, foi elaborada por assessores, foi transmitida por grupos que tinham interesses subalternos e que depois de firmada vai explorar muitas vidas e afligi-las.
Quantas vezes, em cumplicidade, grupos se reúnem, para caluniar, para denunciar, para infelicitar, para dividir, para esmagar, e como conseqüência, ficam em débito com a consciência cósmica.
Através das sucessivas experiências, mesmo que venham realizar novas jornadas, reencontram-se pela lei de afinidade para resgatar aqueles crimes, aqueles terríveis delitos por intermédio dos fenômenos naturais: maremotos, terremotos, tragédias como acidentes coletivos, epidemias, pestes, ou através de guerras. A história nos fala que periodicamente no passado ocorreram terríveis massacres.
Mas, os que se dedicaram ao Bem, à caridade, ao amor ao próximo, podem mudar seu carma. Estes, são aqueles que, escaparam "por sorte", ou melhor, por mérito, do resgate coletivo. Ex.: "Eu não morri no incêndio do prédio em que trabalhava porque perdi a hora. Isto nunca me aconteceu. Mas este atraso salvou-me a vida."


GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

Muita paz a todos!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CASAMENTO E FAMÍLIA


O casamento tem sido até agora um instrumento de lutas expiatórias para os espíritos faltosos diante das leis sociais e Divinas, todavia, temos a considerar que talvez vinte por cento das uniões terrestres representam verdadeiros reencontros de almas gêmeas na face obscura e triste da Terra e todos os consórcios do futuro serão realizados na pauta dos grandes sentimentos das almas.
Um homem e uma mulher, em organizando o lar, devem pesar, antes de tudo, a gravidade dos deveres que lhes advirão do consórcio do pensamento e do coração.
O casamento na Terra nem sempre é o perfume da auréola de flores de laranjeira; significa, antes de tudo, muito sacrifício, muito amor e muita renúncia.
Com a educação, todavia, que se levará a efeito futuramente, nesse sentido, o matrimônio deixará de ser o instituto de provas expiatórias para ser a antecâmara da felicidade celeste que as almas gêmeas experimentam na Plenitude Divina das alegrias da Eternidade.


(Emmanuel, livro "Ação, Vida e Luz", de Francisco C. Xavier)
Mensagem sintetizada de "Família".

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

POR QUE TE QUEIXAS?


Tuas mãos calejadas testemunham os anos 
e anos de lutas e decepções!
Não te desesperes, contudo! Olha ali à frente: Milhares e 
milhares de irmãos 
nossos que não têm um teto para o merecido repouso...
E, um pouco mais adiante, crianças em 
tenra idade, catando restos de comida 
nos lixões da cidade!
Nestas horas de tristeza e dor, lembra-te 
do querido mestre Jesus que, deixando as fulgurações 
estelares, veio à Terra para 
exemplificar o amor e a humildade.
E Ele, caro amigo, sequer tinha 
uma pedra onde encostar a cabeça!

Cornelius

196 - Como encaram os guias espirituais 
as nossas queixas?


Muitas são consideradas verdadeiras preces 
dignas de toda a carinhosa atenção dos amigos desencarnados.
A maioria, porém, não passa de lamentação estéril, a que o homem se acostumou como um vício qualquer, porque, se tendes nas mãos 
o remédio eficaz com o Evangelho de Jesus e 
com os consoladores esclarecimentos da 
doutrina dos Espíritos, a repetição de certas queixas traduz má vontade na aplicação legítima do conhecimento espiritista a vós mesmos.


Pergunta extraída do livro "O Consolador", por Emmanuel, 
psicografada por Francisco Cândido Xavier

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

BRILHE VOSSA LUZ


Meu amigo, no vasto caminho da Terra, cada criatura procura o alimento espiritual que lhe corresponde à posição evolutiva.
A abelha suga a flor, o abutre reclama despojos, o homem busca emoções. Mas ainda mesmo no terreno das emoções, cada espírito exige tipos especiais.
Há sofredores inveterados que outra coisa não demandam além do sofrimento, pessimistas que se enclausuram em nuvens negras, atendendo a propósito deliberado, durante séculos. Suprem a mente de torturas contínuas e não pretendem construir senão a piedade alheia, sob a qual se comprazem. Temos os ironistas e caçadores de gargalhadas que apenas solicitam motivos para o sarcasmo de que se alimentam.
Observamos os discutidores que devoram páginas respeitáveis, com o único objetivo de recolher contradições para sustentarem polêmicas infindáveis.
Reparamos os temperamentos enfermiços que sorvem tóxicos intelectuais, através de livros menos dignos, com a incompreensível alegria de quem traga envenenado licor.
Nos variados climas do mundo, há quem se nutra de tristeza, de insula- mento, de prazer barato, de revolta, de conflitos, de cálculos, de aflições, de mentiras...
O discípulo de Jesus, porém - aquele homem que já se entediou das sub-stâncias deterioradas da experiência transitória -, pede a luz da sabedoria, a fim de aprender a semear o amor em companhia do Mestre...
Para os companheiros que esperam a vida renovada em Cristo, famintos de claridade eterna, foram escritas as páginas deste livro despretensioso.
Dentro dele, não há palavras de revelação sibilina.
Traduz, simplesmente, um esforço para que nos integremos no Evangelho, celeiro divino do nosso pão de imortalidade.
Não é exortação, nem profecia.
É apenas convite.
Convite ao trabalho santificante, planificado no Código do Amor Divino.
Se a candeia ilumina, queimando o próprio óleo, se a lâmpada resplende, consumindo a energia que a usina lhe fornece, ofereçamos a instrumentalidade de nossa vida aos imperativos da perfeição, para que o ensinamento do Senhor se revele, por nosso intermédio, aclarando a senda de nossos semelhantes.
O Evangelho é o Sol da Imortalidade que o Espiritismo reflete, com sabedoria, para a atualidade do mundo.
Brilhe vossa luz! - proclamou o Mestre.
Procuremos brilhar! - repetimos nós.

Emmanuel

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

QUANDO O AMOR PRÓPRIO ADOECE


Problemas com o Amor próprio? Vamos começar assim: a quem devemos amar em primeiro plano nesta vida? Creio que muita gente tem esta resposta na ponta da língua, mas não a absorve verdadeiramente. Nosso primeiro amor deveria ser nós mesmos! Um amor tranquilo, cordial, que durasse para todo sempre.
Na vida corrida que levamos não nos sobra muito do nosso precioso tempo para fazermos uma auto-avaliação. Então passamos por cima dos fatos, das horas, dos acontecimentos e sempre vem a ressaca moral acompanhada de perguntas como: "Quem sou eu? Como devo agir em determinadas situações? Porque as pessoas não me valorizam?" Pergunte-se também: Será que o mundo não me valoriza ou será que quem não me valoriza sou eu mesmo (a)?
Você deve começar a ser honesto (a) consigo mesmo! Este é o primeiro e grande passo! Livre-se das culpas, pois elas tem o infalível dom de te jogar num buraco escuro, úmido e solitário. Não existe ninguém perfeito e graças a isso não temos que nos cobrar uma perfeição que não está aí. Se nos apercebêssemos de nossos erros e tivéssemos a consciência das nossas limitações, já estaríamos caminhando progressivamente a uma reforma íntima, uma necessária e grande reforma íntima.
Já perceberam que quem tem uma auto-estima elevada tem mais chances de enfrentar problemas e sair de situações complicadas? A baixa auto-estima faz com que o indivíduo viva numa crise existencial constante, esquecendo-se de lutar pelos seus ideais, se anulando, se martirizando e se tornando um "reclamão" profissional. Reclama de tudo, de todos, mas se esquece da fonte das suas frustrações que é nada mais nada menos que ele mesmo.
Não seria legal virar a página e começar a escrever uma história diferente? Acha que é capaz de se dar esta chance? Mudanças são legais, mas levam tempo. Lembre-se disso, porque não foi da noite para o dia que você ficou assim, triste, amargurado e sem esperanças. Grave bem isto: Apenas você pode dar o primeiro passo, sair desta inércia improdutiva e decidir parar de sofrer. Reivindique AGORA momentos felizes e não se incomode mais pelos acontecimentos negativos da sua vida. Vou fazer um lembrete: Auto-piedade é proibida aqui! Pare de reclamar!
Então vamos lá. Comece com coisas simples e que lhe façam deliciar consigo mesmo. Faça um corte novo de cabelo, compre aquela bolsa que você queria tanto, aprenda a andar de bicicleta se você não sabe, beije seu espelho, se dê um longo beijo, você merece! Troque aquela velha companhia que só te empurra "morro abaixo" por uma que lhe elogia, reconhece suas qualidades e tem prazer em estar com você. Apaixone-se por você mesmo, tome sorvete, sorria o quanto puder, faça coisas deliciosas como tomar chuva e ficar descalço, ouça música, muita música, porque a música nos conduz a lugares inimagináveis! Seja o que for que decidir fazer, comece a fazer já! Você não está aqui para sofrer, deixe de ser pessimista e reclamão. Faça boas escolhas, elas são pra vida toda. Esqueça o parente de difícil trato o marido ou a esposa que não enxerga o que há de bacana em você. Porque quer cobrar esse tipo de coisa se nem você enxerga coisas boas em você mesmo? Façam, por onde queridos (as)! Coisas, pessoas e momentos legais não caem do céu, não! Onde está seu merecimento?
A partir de hoje você estará transformando suas experiências ruins e negativas em acontecimentos bons, saudáveis e EDIFICANTES. Está pronto (a)? Recupere sua alegria, aquela que contagia outras pessoas, sabe? Faça as pazes com os espelhos interiores e dê uma faxina naqueles dias dolorosos, tirando a poeira que ofusca o SER único que é você!
Libere sua grandeza, almeje e consiga! Os caminhos equivocados por onde seguiu... As trajetórias enganosas e as experiências frustrantes do passado serão seus mestres que o conduzirá e o ensinará como fazer para construir novos sonhos e concretizá-los.
Você pode TUDO que desejar, portanto comece desejando amar-se mais e, olha que isso nada tem a ver com egoísmo, hein? Respeite-se e viva de forma que possa resgatar seu amor próprio. Amar-se muito até que consiga amar outras pessoas e quem sabe encontrar outro grande amor, depois de você. Mexa-se!Já!

Flávia Ferreira (Flávia Wrach)
do site: Mude o seu caminho

A CHAVE BENDITA




Efetivamente, muitos são os problemas que nos assediam a existência. Dificuldades que não se esperam, tribulações que nos espancam mentalmente de imprevisto, sofrimentos que se instalam conosco sem que lhes possamos calcular a duração, desajustes que valem por dolorosos constrangimentos. 
Se aspiras a obter solução adequada às provas que te firam, não te guies pela rota do desespero. 
Tens contigo uma chave bendita, - a chave da humildade, cunhada no metal puro da paciência. Perante quaisquer tropeços da estrada, usa semelhante talento do rito'>espírito e alcançarás para logo a equação de harmonia e segurança a que pretendes chegar. 
Nada perderás, deixando falar alguém com mais autoridade do que aquela de que porventura disponhas; nunca te diminuirás por desistir de uma contenda desnecessária; em coisa alguma te prejudicarás abraçando o silêncio de conceitos deprimentes que te sejam desfechados; não sofrerás prejuízo em te calando nessa ou naquela questão que diga respeito exclusivamente às tuas conveniências e interesses pessoais; grandes lucros no campo íntimo te advirão da serenidade ou da complacência com que aceites desprestígio ou preterição; jamais te arrependerás de abençoar ao invés de reclamar, ainda mesmo em ocorrências que te amarguem as horas; e a simpatia vibrará sempre em teu favor, toda vez que cedas de ti mesmo, a benefício dos outros. 
Efetuemos os investimentos valiosos de paz e felicidade, suscetíveis de serem capitalizados por nós, através dos pequeninos gestos de tolerância e bondade e o programa de trabalho a que a vida nos indique ganhará absoluta eficiência de execução. 
Seja na vida particular, ou portas a dentro de casa, no grupo de serviço a que te vinculas ou na grande esfera social em que se te decorre a existência, sempre que te vejas à beira do ressentimento ou revide, rebeldia ou desânimo, nunca te entregues à irritação. Tenta a humildade. 

Emmanuel

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

DIANTE DA CONSCIÊNCIA


A vontade do Criador, na essência, é, para nós, a atitude mais elevada que somos capazes de assumir, onde estivermos, em favor de todas as criaturas.
Que vem a ser, porém, essa atitude elevada que estamos chamados a abraçar, diante dos outros? Sem dúvida, é a execução do dever que as Leis do Eterno Bem nos preceituam para a felicidade geral, conquanto o dever adquira especificações determinadas, na pauta das circunstâncias.
Vejamos alguns dos nomes que o definem, nos lugares e condições em que somos levados a cumpri-lo:
na conduta - sinceridade; 
no sentimento - limpeza; 
na ideia - elevação; 
na atividade - serviço; 
no repouso - dignidade; 
na alegria - temperança; 
na dor - paciência; 
no lar - devotamente; 
na rua - gentileza; 
na profissão - diligência; 
no estudo - aplicação; 
no poder - liberalidade; 
na afeição - equilíbrio; 
na corrigenda - misericórdia; 
na ofensa - perdão; 
no direito - desprendimento; 
na obrigação - resgate; 
na posse - abnegação; 
na carência - conformidade; 
na tentação - resistência; 
na conversa - proveito;
no ensino - demonstração;
no conselho - exemplo.
Em qualquer parte ou situação, não hesites, quanto à atitude mais elevada a que nos achamos intimados pelos Propósitos Divinos, diante da consciência. Para encontrá-la, basta procures realizar o melhor de ti mesmo, a benefício dos outros, porquanto, onde e quando te esqueces para servir em auxílio ao próximo, aí surpreenderás a vontade de Deus que, sustentando o Bem de Todos, nos atende ao anseio de paz e felicidade, conforme a paz e a felicidade que oferecemos a cada um.

Chico Xavier ( Emmanuel)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A BAGAGEM


Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mistério e magia.
Seu nome é Gato Félix. A todo lugar que vá, ele leva a sua maleta. É uma maleta especial, pequena. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.
Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sanduíches e sucos. Se
necessitar fazer um conserto, as ferramentas lá estão. Sempre as certas e precisas.
Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa,
guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situação.
Cada um de nós também possui uma pequena mala de mão, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.
Quando a vida começa, temos em mãos a pequena mala. À medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.
É que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispensáveis.
Chega um momento em que a bagagem começa a ficar insuportável de ser
carregada. Pesa demais.
Nesse momento, o melhor mesmo é aliviar o peso, esvaziar a mala.
Você examina o conteúdo e vai pondo para fora.
Amor, amizade. Curioso, não pesam nada.
Depois você tira a raiva. Como ela pesa! Na seqüência, você tira a
incompreensão, o medo, o pessimismo.
Nesse momento, você encontra o desânimo. Ele é tão grande que, ao tentar tirá-lo, ele é que quase o puxa para dentro da mala.
Por fim, você encontra um sorriso. Bem lá no fundo, quase sufocado.
Pula para fora outro sorriso. E mais outro. Aí você encontra a felicidade.
Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Você remexe e encontra a tristeza.
É bom jogá-la fora.
Depois, você procura a paciência dentro da mala. Vai precisar bastante dela.
E também procura a força, a esperança, a coragem, o entusiasmo, o
equilíbrio, a responsabilidade, a tolerância e o bom e velho humor.
A preocupação que você encontrar, deixe de lado. Depois você pensa no que fazer com ela.
Bem, agora que você tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.
Pense bem no que vai colocar lá dentro de novo. Isso é com você.
E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recomeçado, lembre de repetir a arrumação vez ou outra.
O caminho é longo até chegar ao final da jornada, e você terá que carregar a mala o tempo todo.
E quando chegar do outro lado, é bom que em sua bagagem tenha o máximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.
Porque isso tudo não pesa na sua bagagem, enquanto na terra. Mas quando for colocada na balança da justiça, para além da existência  física, pesará e muito, positivamente.
A vida é uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.
É um período para estudar, trabalhar, progredir.
Um dia, retorna-se para a estação ritualespiritual. É o momento de contar as
conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.
Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem
praticado, afetos conquistados para nossa própria e grande felicidade.


Momento Espírita

Maria Mãe Santíssima

Maria Mãe Santíssima
Pedimos-Te a misericórdia. Pedimos-Te concessões de momentos mais férteis de amor, de paz, de compreensão entre as almas. Que Tu possas envolver cada Espírito, cada alma na Sua força, na Sua bondade, na Sua imensa misericórdia. Que, através das notas soantes da Ave Maria, possamos Te rogar a paz a estes Espíritos que aqui estão, o entendimento, a abnegação destas almas que se dispõem a se doar em benefícios, em atendimentos a tantos sofrimentos. Que a Tua imagem, Mãe Santíssima, possa surgir e evoluir diante de cada criatura, trazendo a mensuração certa de cada momento vivido e a intenção de uma recuperação a todos que sofrem e que estão aturdidos em corpo e em mente. Mãe amada, venha a nós em todos os instantes, participe conosco destes momentos que nos trazem angústias e sofrimentos. Auxilia, ampara, engrandece cada criatura, dentro das suas disposições eternas e colabora a cada dia, a cada instante, para que se tornem todos os Espíritos maleáveis no amor e na compreensão. Que possas, Mãe, estar conosco a todos os instantes. (Emmanuel)

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SALMO 23

SALMO 23
.O Sєทнσr é σ мєυ ραsτσr, ทα∂α мє ƒαℓταrá. ∂єiταr-мє ƒαʑ єм vєr∂єs ραsτσs, gυiα-мє мαทsαмєทτє às ágυαs τrαทqυiℓαs; rєƒrigєrα α мiทнα αℓмα, gυiα-мє ρєℓαs vєrє∂αs ∂α נυsτiçα ρσr αмσr ∂σ sєυ ทσмє, αiท∂α qυє єυ αท∂αssє ρєℓσ vαℓє ∂α sσмвrα ∂α мσrτє ทãσ τємєriα мαℓ αℓgυм, ρσrqυє τυ єsτás cσмigσ, α τυα vαrα є σ τєυ cαנα∂σ мє cσทsσℓαм; ρrєραrαs υмα мєsα ρєrαทτє мiм ทα ρrєsєทçα ∂σs мєυs iทiмigσs, υทgєs α мiทнα cαвєçα cσм óℓєσ, σ мєυ cáℓicє τrαทsвσr∂α; cєrταмєทτє qυє α вσท∂α∂є є α мisєricór∂iα мє sєgυirãσ τσ∂σs σs ∂iαs ∂є мiทнα vi∂α, є нαвiταrєi ทα cαsα ∂σ sєทнσr ρσr ℓσทgσs ∂iαs. qυє αssiм sєנα..

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