Author: Flávia Ferreira
•01:07

Desejo é realização antecipada.

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Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos.

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Como você pensa, você crê, e como você crê, será.

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Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje.

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Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é livre na sementeira e responsável na colheita.

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O tempo que o malfeitor gastou para agir em oposição à Lei, é igual ao tempo que o santo despendeu para trabalhar sublimando a vida.

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Todo desejo, na essência, é uma entidade tomando a forma correspondente.

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A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha.

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O pensamento é vivo e depois de agir sobre o objeto a que se endereça, reage sobre a criatura que o emitiu, tanto em relação ao bem quanto ao mal.

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A sentença de Jesus: "procura e achará" equivale a dizer: "encontrarás o que desejas".

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
42a edição. Uberaba, MG: CEC, 1996.
Author: Flávia Ferreira
•03:49

Sim, nas leis da reencarnação, quase todos nós,
os filhos da Terra, temos o passado a resgatar,
o presente a viver e o futuro a construir.
Lembremo-nos, assim, de que, nas concessões
da Providência Divina, o nosso mais precioso lugar de trabalho chama-se
“aqui” e o nosso melhor tempo chama-se “agora”.
Detenhamos-nos, por isso,
na importância das horas de hoje.
Ontem, perturbação.
Hoje, reequilíbrio.
Ontem, o poder transviado.
Hoje, a subalternidade edificante.
Ontem, a ostentação.
Hoje, o anonimato.
Ontem, a incompreensão.
Hoje, o entendimento.
Ontem, o desperdício.
Hoje, a parcimônia.
Ontem, a ociosidade.
Hoje, a diligência.
Ontem, a sombra.
Hoje, a luz.
Ontem, o arrependimento.
Hoje, a reconstrução.
Ontem, a violência.
Hoje, a harmonia.
Ontem, o ódio.
Hoje, o amor.
Diz-nos a sabedoria de todos os tempos:
“Ajuda-te que o Céu te ajudará”, afirmativa sublime que nos permitimos
parafrasear, acentuando: “Ajuda-te hoje, que o Céu te
ajudará sempre”.

_André Luiz
Author: Flávia Ferreira
•04:21

Certa vez um homem procurou um sábio para ajudá-lo a encontrar um tesouro. Esse homem se chamava Omar e desejava ficar rico sem muito esforço.

Depois de ouvir Omar, o sábio lhe deu trinta livros e lhe disse que eles lhe dariam o tesouro de Ohlab.

Quando chegou em casa, Omar abriu o primeiro livro e verificou que ele estava escrito em árabe. Como não sabia ler árabe, matriculou-se em uma escola. Assim, leu o primeiro livro.

Nesse período ele resolveu trabalhar e conseguiu um emprego em uma loja, com um salário razoável.

Ao acabar de ler o primeiro e os demais livros escritos em árabe, ele aprendeu uma nova letra e acrescentou ao tesouro recebido. Agora ficou Ohlaba.

Os livros seguintes eram em hebraico. E ele foi aprender a ler naquela língua.

Conseguiu um emprego melhor. Era numa empresa de transporte de alimentos e ele teve um aumento de salário. Sua vida foi melhorando.

Concluindo a leitura dos livros em hebraico, ele colocou mais uma letra no tesouro que lhe dera o sábio. Agora ele tinha Ohlabar.

Os últimos dez livros eram em aramaico. E enquanto aprendia a língua desconhecida, ele teve nova chance. Passou a trabalhar na reforma e construção de casas.

O tempo passou.

Graças ao seu empenho, ele desfrutava de uma boa casa, roupas, dinheiro. Alguns amigos o consideravam rico.

Ao concluir a leitura do último livro, ele acrescentou mais uma letra àquelas anteriores. Agora ele tinha o vocábulo Ohlabart, com um h depois do O.

Omar olhou e tornou a olhar a palavra. Se aquele era o segredo do tesouro, ele não estava conseguindo decifrar. Voltou à casa do sábio e lhe disse que ele havia estudado árabe, hebraico e aramaico. Que trabalhara muito depois que o fora ver da primeira vez.

Contudo, apesar do estudo e do trabalho, ele não conseguia entender onde estava ou qual era o tesouro. Desolado, mostrou as letras que compunham a palavra Ohlabart.

O velho sábio o colocou frente a um espelho e, tomando da palavra escrita em um papel, a pos sobre o peito de Omar.

O que você está vendo? Perguntou o sábio.

Admirado, Omar viu a própria imagem refletida no espelho. Estava mudado. Seus músculos haviam enrijecido no trabalho, as mãos estavam calejadas e bem no meio do peito ele pôde ler: Trabalho, que era Ohlabart escrito de trás para frente.

Trabalho era o tesouro. Graças ao trabalho de estudar, ele crescera intelectualmente. Graças ao trabalho nas atividades profissionais a que se entregara, ele adquirira experiência e, bem assim, haveres materiais, que antes buscava de outras formas.

Sorriu, agradecido, e retornou para seu lar, para seus afazeres, sua família, seus estudos.

* * *

O trabalho é uma das Leis Divinas. E todos têm o dever de trabalhar.

Mesmo aqueles que, tendo muitas posses, não necessitem do trabalho para seu sustento, devem utilizar o tesouro do tempo no estudo e em uma atividade útil para si ou ao seu semelhante.

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Não menospreze a oportunidade do trabalho. Graças ao trabalho, o homem progride, cresce e se agiganta.

E lembre: toda atividade útil é trabalho.

Redação do Momento Espírita, a partir
de conto de autoria ignorada.
Em 21.08.2009.

Author: Flávia Ferreira
•04:05

Um periódico de circulação nacional promoveu uma pesquisa bastante interessante.

Fizeram a seguinte pergunta para pessoas em todo Brasil: O que você aprendeu na sua vida, de mais valioso, até hoje?

As respostas foram, na maioria, bastante ricas, e convidam a muitas reflexões necessárias.

Uma delas dizia:

Aprendi que, não importa quanto eu queira, nem quanto tente: eu não consigo mudar ninguém. As pessoas são o que elas são.

É preciso amá-las por sua verdade, não pelo que eu gostaria que fossem. Entendi isso aos 70 anos, na missa de minhas bodas de ouro.

A pessoa entrevistada, na época da pesquisa, já contava com 83 anos, e mostrava que nunca é tarde para se aprender algo importante na existência.

Nosso compromisso de mudança é conosco mesmo. Tentar mudar o outro só nos traz frustração profunda, e possível malquerença mútua.

Outra pessoa inquirida, dizia:

Aprendi que o sorriso é contagiante. Não espero ninguém me cumprimentar; faço questão de saudar todo mundo com um sorriso, todos os dias.

É incrível, mas até as pessoas tímidas ou sisudas sorriem de volta e falam bom dia.

Posturas como essas são posturas que irão salvar o mundo da tristeza, do sofrimento, dos comportamentos depressivos, das doenças.

Tomar a iniciativa é fundamental. Não esperar o sorriso do outro e sempre sorrir, nos faz agentes da alegria na sociedade.

Outro entrevistado, ainda, afirmava:

Aprendi que as coisas são sempre piores na nossa cabeça do que na realidade. Sofria demais por antecedência, imaginando "e se" isso, "e se" aquilo.

Quando acontecia, não era nada demais. O pior já havia passado, e foi dentro de mim.

Quantas vítimas tem feito a nossa ansiedade... Quantas enfermidades geradas pelo comportamento ansioso do mundo moderno.

Entender que a preocupação excessiva não resolve, faz-se fundamental para poder se levar uma vida mais leve, mais agradável.

É indispensável confiar em Deus, em Suas Leis, na perfeição do Universo.

Fazer a nossa parte, sim, e confiar. Confiar sempre, pois o que é melhor para nós sempre acontece.

* * *

De tempos em tempos, precisamos nos perguntar: O que de importante aprendi?

O aprendizado precisa ser identificado, catalogado, amadurecido na alma.

A existência de quem vive colecionando aprendizados é sempre mais feliz. Ela tem propósitos, metas, avaliações e resoluções constantemente.

A postura de quem realiza tais conquistas, e as identifica, não deve ser a postura exibicionista, vaidosa, não.

Essa contabilização é íntima. A comemoração é do coração.

Os que estão à volta poderão identificá-la, claro, mas através de nossas ações no bem, de nossa renovação de valores, que faz brilhar a nossa luz com força e segurança para todos os lados.

Redação do Momento Espírita, com base em matéria
da Revista Sorria, de março/abril/2009, ed. Mol.
Em 06.08.2009.